A escrita soberana de um palhaço

Eduardo Silveira

Resumo


O palhaço como soberano. A ideia movente deste artigo é constituir um manifesto através do qual a soberania do palhaço possa se estabelecer como texto. Como se escreve o texto‑palhaço? Tendo por base o conceito de soberania e estado de exceção tomado principalmente por Agamben e Bataille, se estabelece o que seria uma possibilidade de enfrentamento e destituição destas condições partindo‑se da imagem e constituição do palhaço como um texto aberto soberano. Uma soberania extremamente torpe, delicada e lúdica, mas nem por isso menos política e contundente. Para tanto são estruturadas peças ou, como na imagem conceitual proposta por Deleuze, blocos que se articulam em diversas relações regidas pelo acontecimento e acabam por estabelecer, de forma delicada e sutil, aquilo que se poderia chamar de soberania do palhaço.


Palavras-chave


Soberania; palhaço; escritura.

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Leitura: Teoria & PráticaAssociação de Leitura do Brasil (ALB)
e-ISSN: 2317-0972 - ISSN da edição impressa: 0102-387X