A escrita soberana de um palhaço

Autori

  • Eduardo Silveira

DOI:

https://doi.org/10.34112/2317-0972a2012v30n58p34-42

Parole chiave:

Soberania, palhaço, escritura.

Abstract

O palhaço como soberano. A ideia movente deste artigo é constituir um manifesto através do qual a soberania do palhaço possa se estabelecer como texto. Como se escreve o texto‑palhaço? Tendo por base o conceito de soberania e estado de exceção tomado principalmente por Agamben e Bataille, se estabelece o que seria uma possibilidade de enfrentamento e destituição destas condições partindo‑se da imagem e constituição do palhaço como um texto aberto soberano. Uma soberania extremamente torpe, delicada e lúdica, mas nem por isso menos política e contundente. Para tanto são estruturadas peças ou, como na imagem conceitual proposta por Deleuze, blocos que se articulam em diversas relações regidas pelo acontecimento e acabam por estabelecer, de forma delicada e sutil, aquilo que se poderia chamar de soberania do palhaço.

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