Ulises y las sirenas de silencio: la virtud guerrera, a la política virtud
DOI:
https://doi.org/10.34112/2317-0972a2010v28n55p61-67Palabras clave:
Canto de las sirenas, enseñanza/educación, virtud guerrera, virtud política.Resumen
Este artículo trata del sublime y mortífero canto poético, el canto de las sirenas, y también de su deleite y de su peligro. Tiene además como objetivo abordar el canto XII de la Odisea; más específicamente, el momento en que el más astuto de los generales griegos, Odiseo, el protegido de Atenea, la diosa de la sabiduría, es prevenido y esclarecido por la diosa Circe al ser amarrado a la carlinga del barco para oír el canto de las sirenas y, posteriormente, narrar para la posteridad y generaciones futuras, lo que se pasó en Troya, enseñando sobre la virtud guerrera. Sin embargo, el enfoque directriz está direccionado al silencio del canto poético en la Polis – de la República de Platón – de primacía de la razón, a la búsqueda de la virtud política.
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