A mente, essa ninguém pode escravizar: Maria Firmina dos Reis e a escrita feita por mulheres no Maranhão

Auteurs-es

  • Régia Agostinho da Silva

DOI :

https://doi.org/10.34112/2317-0972a2011v29n56p11-19

Mots-clés :

Literatura, história, escravidão, escrita feminina.

Résumé

Este artigo analisa duas obras de Maria Firmina dos Reis: o romance Úrsula (1859) e o conto “A escrava” (1887), em que a autora maranhense, nascida em São Luís, em 1825, discute a relação entre senhores e escravos, colocando -se como uma voz abolicionista no Maranhão do século XIX. Na análise dessas duas obras, procura -se também discutir a autoria feminina no Brasil ao longo do século XIX.

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